“Nesse carnaval, eu vou correr atrás do trio!”

O carnaval é uma festa pagã, de origem grega, senão romana. As festividades carnavalescas chegaram ao Brasil por meio da colonização Portuguesa, predominando os costumes do nudismo e erotismo.

Vários autores explicam o nome Carnaval, do latim “carne vale”, isto é, “adeus carne” ou “despedida da carne”; o que significa que no Carnaval o consumo de carne era considerado lícito pela última vez antes dos dias de jejum quaresmal. Assim sendo, era um período de excessos.

O carnaval promove todos os tipos de vícios e pecados, estando em completa desarmonia com os ensinamentos de Cristo. Dizem que o carnaval em si não é ruim, depende de como você participa das comemorações. Certo? Não! Tal ‘divertimento’ arrasta milhões de pessoas à morte, aos vícios, ao sexo livre, a pornografia, a prostituição e a mentalidade relativista. Não devemos pactuar com isto, pois quando eu participo, eu estou financiando e concordando com tudo o que acontece.

Santa Faustina disse: “O Senhor deu-me a conhecer num instante os pecados do mundo inteiro cometidos nestes dias. Desfaleci de terror e, apesar de conhecer toda a profundeza da misericórdia divina, admirei-me que Deus permita que a humanidade exista” (926). O carnaval é uma época em que Jesus Cristo e também Nossa Senhora são muito ofendidos. Dessa maneira, é nosso dever como cristãos, buscarmos a reparação por nossos pecados, e também por toda a humanidade.

Você não nasceu para ser folião, mas para viver sua vocação. Negamos nosso batismo todas as vezes que vivemos a perniciosidade do mundo, deixando de, pelo menos, tentar viver o que o Mestre nos ensinou. Este carrossel emocional que você sente, meu amigo, é a sua morte espiritual. Chega ao fim da festa, e àquela euforia vai embora, deixando para trás a realidade, ou seja, a tristeza. Tristeza de ter procurado a alegria aonde ela não existe, pois todas as buscas frustradas de felicidade são, na verdade, tentativas de encontrar a Deus, porque ele é a verdadeira felicidade.

Meu amigo, eu estou indo passar meu carnaval em um retiro espiritual – como São Francisco de Sales fazia. Lá, nos afastamos de algumas pessoas, de alguns hábitos e da rotina; fazemos novas amizades; conhecemos a nós mesmos, brincamos muito e, o principal, nos recolhemos diante de Deus.

Me acompanhe! Vamos nos colocar debaixo das asas do Senhor, no qual a felicidade jorra como leite e mel, e na volta para casa, nada nos é tirado, pois aquilo que é de Deus permanece para sempre.

Nesse carnaval eu vou correr atrás do trio: Pai, Filho e Espírito Santo. E você?

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Departamento de comunicação