21º Domingo do Tempo Comum

Ev Mt 16, 13-20.

“E vós, quem dizeis que eu sou? Simão Pedro respondeu: Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo”. (Mt 16, 15-16).

Nos ensinamentos dos últimos Papas, São João Paulo II, Bento XVI e Francisco, como também nos documentos da Igreja, fala-se muito da necessidade do encontro pessoal que o cristão deverá fazer com o Senhor Jesus, para assim fundamentar melhor sua experiência de fé. A passagem do evangelho deste domingo nos narra a experiência feita pelos apóstolos a partir do questionamento feito pelo próprio Jesus: “E vós, quem dizeis que eu sou?” Pedro assume a frente dos demais e professa sua fé: “Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo”. A essa afirmação tão convicta de Pedro, Jesus não hesita em passar para ele a autoridade em continuar a missão: “E tu és Pedro, e sobre esta pedra construirei a minha Igreja”.

Pedro e os demais apóstolos fizeram a experiência concreta de conviver com Jesus Cristo. Ele mesmo os convocou ao dizer a eles que O seguissem. Assim compartilhou com aqueles homens tão simples a experiência da instauração do Reino do Pai. O que Jesus ensinava, os milagres que fazia, os gestos e atitudes de Jesus, foram motivos para que eles pudessem perceber que estavam diante do verdadeiro Messias, o Filho de Deus.Podemos assim afirmar sem dúvida alguma de que eles foram testemunhas fiéis das ações feitas e das palavras proferidas por Jesus Cristo.

Entendemos que a Igreja hoje também nos apresenta o mesmo itinerário para a vivência do nosso seguimento à pessoa de Jesus e que o Documento de Aparecida insiste para que façamos esta experiência do encontro pessoal com a pessoa de Jesus Cristo. Isso fará com que nossa fé possa ser cada vez mais consciente, levando-nos a sermos discípulos e missionários de Jesus Cristo. Na medida em que conhecermos mais a pessoa de Jesus Cristo, maior se torna nosso entusiasmo para com sua pessoa e iremos assim compartilhar com outros aquilo que  sabemos e conhecemos d’Ele.  Neste quarto domingo do mês de agosto, mês vocacional, rezemos de modo especial pelos nossos catequistas.

D. Célio de Oliveira Goulart – Bispo Diocesano

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