Casais iniciam relacionamento ao participarem de trabalhos religiosos

Foto: Álisson Macedo

A data mais apaixonante do ano está próxima e junto dela, as flores, chocolates, cartões e cartas apaixonadas: dia de declarar o seu amor. O dia 12 de junho é marcado por surpresas entre os enamorados, suspiros emocionados e até lágrimas de felicidade. Além de comemorar, a data serve para relembrar lindas histórias de amor.

Já se sabe que não há hora e, muito menos, lugar para se apaixonar. Mas se for na igreja, em um ambiente de fé, sem dúvida, a história se torna ainda mais abençoada.

13400939_1006513352760081_2051021047_nJosé Roberto Zim que o diga. Casado há 41 anos, recorda o início de toda a história de amor, em um passeio para catequistas. “Nós éramos catequistas e em um passeio com crianças, em Tiradentes, encontrei a Dora. Foi minha primeira e única namorada. Tinha 15 anos na época”, recorda.

Segundo Zim, o casal que atua junto na igreja tem grandes chances de viver um relacionamento firme. “Começamos como catequistas, hoje trabalhamos juntos na Pastoral do Dizimo em tantos outros trabalhos paroquiais. Estamos sempre juntos”.

029Mas se engana quem acredita que estes casos só aconteciam no passado. Thais Helena dos Santos vem quebrar totalmente este rótulo. Natural de Itajubá, a jovem foi encontrar o amor dentro do grupo de oração, na universidade. “Conheci o Francisco na primeira experiência de oração, em 2008, do Ministério Universidades Renovadas. Aos poucos fomos nos aproximando e, depois de algum tempo, começamos a namorar”, recorda.

E deu tão certo o relacionamento que, em novembro de 2015, o casal decidiu se casar e receber a benção de Deus no sacramento do matrimônio.

13419069_913314492108185_5737429572128049332_nAo contrário de Thais, que foi surpreendida pelo amor, Eduardo Resgalla fazia preces a Deus na expectativa de um bom relacionamento. “Acho que exagerei nas minhas orações. Pedi tanto a Deus uma namorada que me aproximasse Dele. Que fosse bela, doce, meiga, forte, dedicada e inteligente, então Ele me deu a Viviane, superando todas as minhas expectativas”.

O namoro também surgiu na igreja, durante uma quadrilha do grupo de jovens. Adivinha quem foi o par de Eduardo? “Nos conhecemos em um grupo de jovens, que organizou uma quadrilha e um amigo em comum colocou para dançarmos juntos”. O par deu certo e estão juntos até hoje.

 

Mas e se o amor não surgir dentro da igreja?

Foi o caso de Juliana Pereira, que foi abordada pelo sentimento quando estava caminhando pelas ruas da cidade. “Eu e o Jonathan nos conhecemos na rua. Na época eu estava muito envolvida com a Igreja, tinha voltado de uma missão no Nordeste. Minha prioridade era as coisas da igreja. Nós nos conhecemos e ficamos conversando por alguns meses, até que veio o pedido de namoro, em maio de 2011”, explica.

13240774_829305037202501_46048087367482828_nSe engana quem pensa que Jonathan era tão atuante como Juliana no quesito Igreja. Mas, quando o amor fala mais alto, Deus sempre abençoa. “Ele não conhecia as coisa da igreja, mal ia às missas de domingo. Depois que começamos a namorar fizemos um propósito de um se dedicar às coisas do outro. Foi ai que ele se envolveu de vez com as coisas de Deus”.

O envolvimento foi tão forte que hoje, juntos, o casal ajuda no grupo EAC, na Paróquia São João Bosco, e servem de exemplo para muitos adolescentes que estão iniciando seus relacionamentos. “A base do nosso relacionamento é Deus. Nós, todos os dias, rezamos juntos as orações e, sempre que podemos,visitamos a capela do Santíssimo Sacramento”.

Seja na Igreja, no trabalho ou até mesmo na rua. Não importa o local e a forma como foi abordado. O amor é algo divino e merece total atenção, dedicação, respeito e, sem dúvida, oração.

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22 anos. Natural de São João del-Rei. Secretário de Comunicação da Diocese de São João del-Rei, trabalhando no DEDICOM (Departamento Diocesano de Comunicação). Cursa Comunicação Social/Jornalismo na Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ).