Confissão – Tempo do arrependimento

Uma das melhores práticas neste tempo da Quaresma é aproximar-se do sacramento da confissão ou da reconciliação. A confissão consiste em um sacramento instituído por Jesus Cristo no qual o sacerdote perdoa os pecados cometidos depois do batismo. A confissão dos pecados (acusação), mesmo do ponto de vista simplesmente humano, liberta-nos e facilita nossa reconciliação com os outros.

A declaração dos pecados ao sacerdote constitui uma parte essencial do sacramento da penitência: “Os penitentes devem, na confissão, enumerar todos os pecados mortais de que têm consciência depois de se examinarem seriamente, mesmo que esses pecados sejam muito secretos e tenham sido cometidos somente contra os dois últimos preceitos do decálogo, pois às vezes esses pecados ferem gravemente a alma e são mais prejudiciais do que os outros que foram cometidos à vista e conhecimento de todos”.

Essa virtude de Penitência não serve apenas para que nasça em nosso coração o arrependimento e a dor por ter pecado. Ela nos ajuda ainda a realizar certos atos exteriores, as obras de penitência, que servem para diminuir a pena do Purgatório, que teremos de pagar antes de irmos para o Céu; serve para dominar nossas más inclinações, nossos defeitos dominantes; e, também, para nos fortificar no bem. São obras de penitência: rezar, jejuar, dar esmolas, suportar com paciência os sofrimentos e contrariedades, aceitar os incômodos da vida.

A melhor obra de Aqueles que se aproximam do sacramento da Penitência obtêm da misericórdia divina o perdão da ofensa feita a Deus e ao mesmo tempo são reconciliados com a Igreja que feriram pecando, e a qual colabora para sua conversão com caridade, exemplo e orações. penitência é receber o Sacramento da Penitência, que é a Confissão.

Aqueles que se aproximam do sacramento da Penitência obtêm da misericórdia divina o perdão da ofensa feita a Deus e ao mesmo tempo são reconciliados com a Igreja que feriram pecando, e a qual colabora para sua conversão com caridade, exemplo e orações.

Sugiro sete motivos, tanto naturais quanto sobrenaturais, para voltarmos à confissão:

  1. Porque o pecado impõe um fardo sobre as nossas costas.
  2. Porque o pecado nos vicia.
  3. Porque precisamos desabafar.
  4. Porque a confissão nos ajuda a nos conhecer.
  5. Porque a confissão ajuda as crianças.
  6. Porque confessar os pecados mortais é necessário.
  7. Porque a confissão é um encontro pessoal com Cristo.

Santo Afonso de Ligório repete a advertência de Sócrates e alerta: “Meu filho, é uma vergonha cometer o pecado; não, porém, libertar-se dele pela confissão”.

 

COMPARTILHAR
Departamento de comunicação