Pastoral da Saúde: um trabalho de promoção e defesa da vida

O Dia Mundial do Enfermo é comemorado anualmente em 11 de fevereiro. Esta data, de origem religiosa, tem o objetivo de apelar para a sociedade e comunidade mundial por melhores condições de tratamento e atenção às pessoas doentes, seja nos hospitais, postos de saúde ou mesmo em casa. O Dia Mundial do Enfermo foi criado em 11 de fevereiro de 1992, por iniciativa do Papa João Paulo II. Nesta mesma data, comemora-se o dia de Nossa Senhora de Lourdes. Em meio a este trabalho pastoral, destaca-se a dedicação e o cuidados dos agentes da Pastoral da Saúde.

Esta pastoral desenvolve um serviço à vida, promovendo o bem-estar a partir do anúncio do Evangelho de Jesus Cristo. Seus agentes testemunham a opção preferencial da Igreja pelos pobres e enfermos. Criado na Diocese em março de 2007, a Pastoral da Saúde vem reforçando o trabalho social e solidário da Igreja, seguindo os exemplos do Padroeiro, São Camilo de Lellis, através de visitas, encontros e projetos sociais e de assistencialismo.

“Nós estamos vivendo um tempo de muitas doenças, pela falta de saúde. Essa Pastoral vem para suprir, prestar seu serviço social, tentando amenizar as doenças dos enfermos, seja nas visitas ou no assistencialismo. É muita gente doente para pouca assistência”, explica a coordenadora diocesana da pastoral, Heloisa Carmen Pereira.

A Pastoral desenvolve suas atividades em três áreas de atuação: solidária, comunitária e político-institucional. É uma ação missionária da Igreja que segue os ensinamentos de Jesus com um olhar e amor predileto aos enfermos. “A Pastoral da Saúde se propõe a iluminar, desde a fé, o mistério da enfermidade e do sofrimento. Ela acompanha os enfermos em suas necessidades, sejam elas: físicas, psicológicas, sociais e religiosa”, reforça Heloisa.

A ideia também é conscientizar a sociedade a respeito do direito à saúde e do dever de lutar por condições dignas de alimentação, saneamento básico e preservação da natureza, fundamentais para evitar a doença e preservar a vida. Em suma, a pastoral da saúde do Brasil é uma entidade de ação social. “É na espiritualidade que o enfermo busca força e esperança para seu problema. A fé, a esperança, a paciência, e a espera no deus da vida (cuidador de todas das coisas), é que sustenta o enfermo.  A fé do enfermo o faz sentir-se na palma da mão de Deus. Isto é fruto da espiritualidade”.