Exposição celebra 300 anos do mais antigo registro da Capela de Santa Rita em Ritápolis

Como forma de preserva a memória histórica da comunidade e reforçar a identidade de fé do povo ritapolitano, a cidade de Ritápolis, em clima de Jubileu em honra à Santa Rita de Cássia, vai promover uma exposição titulada como “A cidade de Rita no Brasil”. A iniciativa é da Secretaria de Cultura e Turismo da cidade e integra a programação da 2ª Semana Cultural, que acontece paralelamente ao Jubileu.

Montada ao ar livre, na praça da matriz, a mostra documental vai contar com 15 banners expositivos, apresentando marcos significativos da história do Santuário Diocesano de Santa Rita, além de destacar elementos fundamentais da cultura e do patrimônio local.

O objetivo da exposição é celebrar os 300 anos do registro mais antigo da antiga capela dedicada à santa, datado de 1726. O título da exposição faz referência a reportagem de 2021, publicada pelo Mosteiro das Agostinianas em Cascia, cidade natal de Santa Rita, que denomina o pequeno município mineiro como “a cidade de Rita no Brasil”. A escolha do nome busca fortalecer o sentimento de pertencimento da população e valorizar essa identidade única, como explica Maycon Ribeiro, um dos organizadores.

A exposição conta com pesquisas do sacerdote ritapolitano, Padre Thomas, ilustradas por registros fotográficos de Gabriel Freire, Erick Freitas e Sidney de Almeida. “Mais do que revisitar o passado, a exposição se propõe a conectar gerações, reforçando a importância de preservar a história e manter viva a fé que, há três séculos, molda a identidade de uma cidade inteira”, pontua Ribeiro.