Pastoral da Saúde: um trabalho de promoção e defesa da vida

No Dia Mundial da Saúde 2021 promovido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 7 de abril, o Papa Francisco pediu combater juntos a pandemia e disse que “um instrumento essencial nesta luta são as vacinas”. Assim indicou o Santo Padre através de sua conta oficial no Twitter, na qual ele assinalou que “todos, sobretudo as pessoas mais frágeis, precisam de assistência”, acrescentando que “somente juntos podemos construir um mundo mais justo e saudável”.

A data busca conscientizar as pessoas sobre a importância da preservação da saúde para ter uma melhor qualidade de vida. Na Igreja Católica, a celebração faz reforçar os princípios de atuação da Pastoral da Saúde, um trabalho de promoção e prevenção da saúde que apoia programas, projetos e organizações comprometidos com a vida.

A Pastoral da Saúde desenvolve um serviço à vida, promovendo o bem-estar a partir do anúncio do Evangelho de Jesus Cristo. Seus agentes testemunham a opção preferencial da Igreja pelos pobres e enfermos. Criado na Diocese em março de 2007, a Pastoral da Saúde vem reforçando o trabalho social e solidário da Igreja, seguindo os exemplos do Padroeiro, São Camilo de Lellis, através de visitas, encontros e projetos sociais e de assistencialismo.

“Nós estamos vivendo um tempo de muitas doenças, pela falta de saúde. Essa Pastoral vem para suprir, prestar seu serviço social, tentando amenizar as doenças dos enfermos, seja nas visitas ou no assistencialismo. É muita gente doente para pouca assistência”, explica a coordenadora diocesana da pastoral, Heloisa Carmen Pereira.

A Pastoral desenvolve suas atividades em três áreas de atuação: solidária, comunitária e político-institucional. É uma ação missionária da Igreja que segue os ensinamentos de Jesus com um olhar e amor predileto aos enfermos. “A Pastoral da Saúde se propõe a iluminar, desde a fé, o mistério da enfermidade e do sofrimento. Ela acompanha os enfermos em suas necessidades, sejam elas: físicas, psicológicas, sociais e religiosa”, reforça Heloisa.

A ideia também é conscientizar a sociedade a respeito do direito à saúde e do dever de lutar por condições dignas de alimentação, saneamento básico e preservação da natureza, fundamentais para evitar a doença e preservar a vida. Em suma, a pastoral da saúde do Brasil é uma entidade de ação social. “É na espiritualidade que o enfermo busca força e esperança para seu problema. A fé, a esperança, a paciência, e a espera no deus da vida (cuidador de todas das coisas), é que sustenta o enfermo.  A fé do enfermo o faz sentir-se na palma da mão de Deus. Isto é fruto da espiritualidade”.

26 anos. Natural de São João del-Rei. Secretário de Comunicação da Diocese de São João del-Rei, trabalhando no DEDICOM (Departamento Diocesano de Comunicação). Formado em Comunicação Social/Jornalismo pela Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ).